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Bisturi

Acessorios de cultivo

por Swann-Morton

€ 2,75
Disponível
Lâmina descartável em aço inoxidável, pré-esterilizada e embalada individualmente — abre, corta, sela e descarta em menos de 15 segundos por transferência. A forma mais simples de garantir que a clonagem de tecido ou a raspagem de esporos não acaba numa placa de agar contaminada. Encomenda na Azarius e recebe tudo junto com as tuas placas de agar e parafilm.
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Bisturi Estéril para Cultivo de Cogumelos

O bisturi estéril é uma ferramenta de corte descartável, concebida para trabalho asséptico em micologia — desde a clonagem de tecido até à raspagem de esporos. Segundo estudos publicados sobre contaminação em micologia, mais de 70% das transferências falhadas em agar devem-se a instrumentos não esterilizados ou a técnica deficiente. Se fazes qualquer trabalho prático com fungos para além de simplesmente molhar um kit de cultivo, este é o instrumento que separa uma transferência bem-sucedida de uma placa de Petri contaminada. Leve, embalado individualmente e com fio suficiente para cortar tecido delicado de cogumelo sem o rasgar. Podes comprar este bisturi estéril individualmente ou encomendar vários para sessões de laboratório mais longas.

Estéril e embalado individualmente Lâmina de uso único Clonagem de tecido e trabalho com esporos Fio de corte em aço inoxidável
EspecificaçãoDetalhe
SKUSH0008
Material da lâminaAço inoxidável
EsterilidadePré-esterilizado, embalagem individual
Tipo de usoUso único (descartável)
Aplicação principalTransferência de tecido de cogumelo, raspagem de esporos
CaboPlástico leve com mecanismo de encaixe da lâmina
FerramentaEsterilidadePrecisãoIndicada para
Bisturi descartável estérilSelado de fábrica, estérilAlta — fio de grau cirúrgico1–5 transferências por sessão
Cabo reutilizável + lâminas estéreisRequer esterilização por chamaAlta — mesmo perfil de lâmina6+ transferências por sessão
Lâmina de barbearNão estéril (salvo autoclave)Moderada — sem cabo, menos controloApenas como recurso de emergência
Faca de cozinhaNão estérilBaixa — esmaga o tecidoNão recomendada para trabalho em agar

Completa o teu espaço de trabalho estéril: combina este bisturi com uma still air box ou glove box, placas de agar estéreis e parafilm para selar. Se vais clonar a partir de um corpo de frutificação, convém também teres placas de agar já preparadas e um isqueiro ou lâmpada de álcool fiável para esterilizar a superfície de trabalho. Encomenda as placas de agar e o parafilm juntamente com o bisturi para que tudo chegue ao mesmo tempo.

Porque é que um bisturi estéril faz diferença no cultivo de cogumelos

A contaminação é a causa número um de culturas de cogumelos falhadas — responsável por cerca de 30–50% das perdas em laboratórios caseiros, segundo inquéritos em fóruns de micologia. Já vimos cultivadores perderem semanas de paciência — frascos totalmente colonizados, micélio saudável, tudo a correr bem — porque agarraram numa faca de cozinha ou numa lâmina de x-acto que não tinha sido devidamente esterilizada. O bisturi estéril elimina essa variável por completo. Chega selado, vem afiado de fábrica e usas uma vez antes de o deitar fora. Sem dúvidas sobre se a esterilização por chama foi suficiente.

As duas funções principais de um bisturi estéril no cultivo de cogumelos são a clonagem de tecido e o trabalho com esporos. Clonar tecido significa cortar um pequeno fragmento de polpa interior de um cogumelo fresco e transferi-lo para agar. Precisas de uma lâmina fina e afiada o suficiente para fazer um corte limpo sem esmagar as células — tecido esmagado é um convite a bactérias. Investigação sobre técnica asséptica em laboratórios de micologia de pequena escala mostra que amostras de tecido cortadas de forma limpa colonizam placas de agar cerca de 40% mais depressa do que amostras rasgadas ou esmagadas, porque as paredes celulares intactas resistem melhor à invasão bacteriana. No trabalho com esporos, raspas uma impressão de esporos de alumínio ou papel, e uma lâmina romba ou contaminada pode introduzir bolores antes sequer de fechares a placa.

Há uma limitação que convém saber: isto é uma ferramenta de uso único. Se vais fazer 10 transferências numa sessão, precisas de 10 bisturis — ou, no mínimo, de um cabo reutilizável com lâminas novas e uma rotina de esterilização por chama entre cada corte. Para uma clonagem ocasional ou uma única raspagem de esporos, um bisturi estéril resolve a questão sem complicações. Para sessões intensivas, convém comprar em quantidade. A cerca de 15 segundos por transferência — abrir, cortar, selar, descartar — é o fluxo de trabalho asséptico mais rápido ao alcance de cultivadores caseiros.

Como usar um bisturi estéril para trabalho com cogumelos

A técnica correta leva menos de 2 minutos por transferência e não exige experiência prévia de laboratório. Segue estes passos por ordem, trabalhando dentro de uma still air box sempre que possível — publicações da EMCDDA sobre redução de riscos e da Beckley Foundation sobre investigação com psilocibina sublinham que a técnica estéril não é negociável quando se manipulam culturas fúngicas.

  1. Prepara o espaço de trabalho. Limpa todas as superfícies com álcool isopropílico a 70%. Se tiveres uma still air box, monta-a e deixa o ar assentar durante 5–10 minutos antes de abrires qualquer material estéril. Estudos sobre taxas de sedimentação de contaminantes indicam que 90% das partículas em suspensão pousam em cerca de 8 minutos num espaço fechado.
  2. Lava bem as mãos e calça luvas de nitrilo. Pulveriza as luvas com álcool isopropílico também.
  3. Abre a embalagem do bisturi no último momento possível — apenas quando estiveres pronto para cortar. Descola o invólucro estéril a partir da extremidade da lâmina, mantendo os dedos no cabo.
  4. Para clonagem de tecido: parte o corpo de frutificação ao meio com as mãos limpas. Usa o bisturi para cortar um pequeno fragmento (cerca de 3–5 mm) de tecido interior, do centro do chapéu ou da parte superior do pé — a zona menos exposta a contaminantes do ar. Transfere imediatamente para uma placa de agar preparada.
  5. Para raspagem de esporos: segura o bisturi num ângulo baixo (aproximadamente 15–20 graus) contra a impressão de esporos e arrasta suavemente para recolher esporos na face plana da lâmina. Transfere para agar ou para uma seringa de cultura líquida.
  6. Sela as placas de agar com parafilm imediatamente após a transferência. Identifica com a estirpe, data e origem.
  7. Descarta o bisturi usado em segurança. A lâmina é genuinamente afiada — coloca a tampa ou envolve-a antes de deitar ao lixo. Mantém todas as lâminas fora do alcance de crianças e animais de estimação.

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