A Jurema Preta (Mimosa hostilis) é uma casca de raiz etnobotânica originária do nordeste brasileiro, usada há séculos nos rituais de Jurema pelos povos indígenas. Esta categoria reúne casca de raiz esfarelada destinada a estudo botânico, tingimento natural e incenso — não para consumo. Tens aqui um único artigo: Jurema Preta (Mimosa hostilis) 25 gramas. Se queres comprar MHRB autêntica numa loja a trabalhar etnobotânicos desde 1999, chegaste ao sítio certo.
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A Jurema Preta (Mimosa hostilis) é uma casca de raiz etnobotânica originária do nordeste brasileiro, usada há séculos nos rituais de Jurema pelos povos indígenas. Esta categoria reúne casca de raiz esfarelada destinada a estudo botânico, tingimento natural e incenso — não para consumo. Tens aqui um único artigo: Jurema Preta (Mimosa hostilis) 25 gramas. Se queres comprar MHRB autêntica numa loja a trabalhar etnobotânicos desde 1999, chegaste ao sítio certo.
Jurema Preta é o nome vernáculo brasileiro da Mimosa hostilis (também chamada Mimosa tenuiflora), uma árvore espinhosa nativa do nordeste do Brasil e de algumas regiões do México. A casca da raiz — conhecida nos círculos de coleccionadores pela sigla MHRB — está no centro das práticas do culto da Jurema entre os Pankararu, os Fulni-ô e outros povos indígenas há pelo menos 400 anos. Registos de jesuítas portugueses do século XVIII já mencionam o seu uso.
Fora do contexto cerimonial, a MHRB tem dois usos práticos que a mantêm presente em lojas pelo mundo: é um corante natural genuinamente excelente (produz púrpuras profundos e castanhos que os artistas têxteis adoram) e é um espécime botânico para quem estuda etnofarmacologia. A casca contém cerca de 16% de taninos por peso seco, segundo estudos de fitoquímica brasileiros — daí o fascínio dos tintureiros e a sua utilização tradicional no curtimento de couros há gerações.
O formato conta mais do que a maioria dos compradores de primeira viagem imagina. A casca de raiz esfarelada é o meio-termo: mais fina do que pedaços inteiros, mais grossa do que pó. Aqui fica a comparação honesta do que vais encontrar no mercado quando fores comprar MHRB.
| Formato | Melhor para | Validade | Manuseamento |
|---|---|---|---|
| Esfarelada (o que temos em stock) | Tingimento, estudo botânico, coleccionadores que querem ver o material | Longa — estrutura da casca praticamente intacta | Fácil de pesar, guardar e verificar visualmente |
| Em pó | Banhos de tingimento onde a extracção rápida importa | Mais curta — maior superfície exposta | Sujo, difícil de autenticar |
| Casca inteira em tiras | Coleccionadores, armazenamento prolongado | A mais longa | Precisa de processamento antes do uso |
Nós escolheríamos a versão esfarelada sem hesitar numa primeira encomenda. Consegues ver o que estás a receber — a cor avermelhada da casca interior é a verificação mais rápida de autenticidade, e o pó esconde isso por completo. A esfarelada também se guarda durante anos num frasco bem fechado sem degradação relevante, enquanto o pó oxida mais depressa.
Neste momento há um único artigo: Jurema Preta (Mimosa hostilis) casca de raiz esfarelada numa porção de 25g, pensada como espécime etnobotânico. É a categoria toda. Se precisares de quantidades maiores ou de um corte diferente, fala connosco — trabalhamos com fornecedores brasileiros de MHRB desde o início dos anos 2000 e normalmente conseguimos indicar-te um caminho sensato.
Três pontos contam quando vais encomendar: origem, frescura e formato. A casca de origem brasileira, da região da Caatinga, é a referência histórica e a mais citada na literatura etnobotânica. A Mimosa tenuiflora mexicana é botanicamente a mesma espécie, mas cresce em solo diferente — alguns tintureiros preferem uma à outra pela profundidade de cor. A frescura nota-se na cor: uma MHRB em condições tem uma camada interior avermelhada a púrpura. Casca cinzenta, castanha ou amarelada significa material velho ou colhido do caule e não da raiz.
Se estás a dar os primeiros passos nos etnobotânicos, começa em pequeno. Uma porção de 25g chega perfeitamente para experiências de tingimento em alguns metros de tecido, ou como amostra botânica de referência. Não precisas de comprar um quilo para perceber se é algo com que queres trabalhar a longo prazo.
Passam por aqui muitos tintureiros têxteis e um ou outro investigador de etnobotânica. O padrão que vemos é sempre o mesmo: quem compra pó uma vez, na encomenda seguinte pede a esfarelada. A razão é simples — com a esfarelada abres o frasco, vês o tom rosa-púrpura da casca interior e sabes imediatamente que o material é bom. Com pó, estás a confiar cegamente no rótulo. Para um primeiro contacto com MHRB, a nossa opinião é clara: compra esfarelada, guarda-a num frasco de vidro escuro ao abrigo da luz, e terás material em condições durante anos.
Esta página foi escrita para adultos. A MHRB é vendida como espécime botânico e material de tingimento — não para consumo.
Historicamente, é central nas cerimónias religiosas da Jurema no nordeste brasileiro. Hoje, a maioria das pessoas que encomenda MHRB usa-a como corante têxtil natural (dá púrpuras e castanhos profundos graças aos cerca de 16% de taninos) ou como espécime de estudo etnobotânico. Também é usada no curtimento tradicional de couros.
Sim — são dois nomes para a mesma espécie. Mimosa tenuiflora é o nome botânico actualmente aceite; Mimosa hostilis é o sinónimo mais antigo, ainda muito usado no comércio e na literatura etnobotânica. Vais ver os dois nas etiquetas dos fornecedores.
Num frasco de vidro bem fechado, ao abrigo da luz, do calor e da humidade. Bem conservada, a MHRB esfarelada mantém a cor e a estrutura da casca durante anos. As versões em pó degradam-se mais depressa devido à maior superfície exposta ao ar.
Repara na cor da casca interior — a MHRB brasileira genuína tem uma camada interior rosa-avermelhada a púrpura bem distinta. Material cinzento, amarelado ou uniformemente castanho costuma indicar casca de caule, stock velho ou uma espécie diferente. O formato esfarelado permite-te verificar isto à vista; o pó não.
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Última actualização: Abril de 2026


Esta descrição de categoria foi redigida com a ajuda de IA e revista por Adam Parsons, Senior Writer & Reviewer. Supervisão editorial por Joshua Askew.
Aviso médico. Este conteúdo destina-se apenas a fins informativos e não constitui aconselhamento médico. Consulte um profissional de saúde qualificado antes de utilizar qualquer substância.