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Critical Mass Autoflower
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Critical Mass Autoflower

Sementes de cannabis

por Big Buddha Seeds

€ 35,00
Disponível
Cinco sementes feminizadas autoflorescentes da Big Buddha Seeds que entregam colas densas e resinosas de genética indica em apenas 9 a 12 semanas — sem alterar fotoperíodo, sem complicações. Porte compacto entre 80 e 120 cm, rendimento exterior acima de 150 gramas por planta, e um perfil terpénico de haxixe clássico com notas de especiarias. Comprar sementes cannabis para quem quer peso e simplicidade.
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Sementes Critical Mass Autoflower — Cannabis Feminizada Autoflorescente

Critical Mass Autoflower é uma semente de cannabis feminizada autoflorescente da Big Buddha Seeds que entrega colheitas densas e resinosas em apenas 9 a 12 semanas, da germinação ao corte. Resulta do cruzamento entre a genética autoflorescente de 3.ª geração da Big Buddha e a lendária Critical Mass — uma variedade que enche frascos desde o início dos anos 2000. Dominância indica, porte compacto, floração automática sem mexer no fotoperíodo, e colas pesadas que rivalizam com plantas de fotoperíodo em tamanho real. Cada embalagem traz cinco sementes feminizadas, sem variantes para complicar.

Autoflorescente Indica-Dominante 9 a 12 Semanas da Semente à Colheita 150g+ Rendimento Exterior 5 Sementes Feminizadas Big Buddha Seeds 18+ apenas

Porque é que a Critical Mass Autoflower merece espaço no teu cultivo

A Big Buddha Seeds anda a desenvolver genéticas acessíveis e produtivas há anos, e a Critical Mass Autoflower é um exemplo sólido dessa filosofia. A versão original de fotoperíodo da Critical Mass ganhou fama pela produção absurda de flores — ramos a vergar sob o peso de colas gordas e pegajosas. A versão autoflorescente mantém essa densidade e produção de resina, mas tira-te a complexidade toda do processo. Nada de alterar o ciclo de luz para 12/12, nada de fases separadas de vegetação e floração. Plantas a semente, dás-lhe luz e água, e passadas 9 a 12 semanas estás a aparar.

A planta fica baixa — tipicamente entre 80 e 120 cm em interior — o que a torna uma opção genuinamente prática para tendas pequenas, armários adaptados ou uma varanda onde a discrição conta. No exterior, espera mais de 150 gramas por planta. Para uma autoflorescente que termina neste prazo, é um resultado forte. A genética pende para aproximadamente 80% indica e 20% sativa, o que significa crescimento arbustivo e compacto, não alto e espigado.

Uma nota honesta: as autoflorescentes não respondem bem a técnicas de treino de alto stress como topping ou desfolhação agressiva. Se estás habituado a gerir copas com plantas de fotoperíodo, abranda aqui. Treino de baixo stress (LST) — dobrar caules suavemente para abrir a copa — funciona bem e pode aumentar o rendimento sem empurrar a planta para o atrofiamento. É a troca principal das autos: perdoam-te o horário de luz, mas não te perdoam se as maltratares.

Perfil de terpenos e carácter da flor da Critical Mass Autoflower

Abre um bud curado de Critical Mass Autoflower e a primeira coisa que te atinge é haxixe. Não é subtil — um aroma de haxixe à moda antiga, daquele que associas a uma placa marroquina bem prensada. Por baixo disso, há uma camada de fruta especiada, quase como figos secos com um toque apimentado. O perfil terpénico pende para mirceno e cariofileno, o que explica essa espinha dorsal terrosa e apimentada. Segundo investigação publicada na revista Molecules, o beta-mirceno em variedades de cânhamo demonstrou propriedades anti-inflamatórias significativas em condrócitos humanos (PMC11085560). O efeito de entourage — onde canabinóides e terpenos trabalham em conjunto em vez de isoladamente — está bem documentado; trabalho pioneiro de Fischedick e Hazekamp et al. demonstrou já em 2010 que os terpenos estão presentes em quantidades relevantes em flores secas de cannabis (PMC11870048).

As flores em si são densas e compactas, cobertas por uma camada visível de tricomas. Quando apertas um bud seco entre os dedos, é pegajoso — a produção de resina desta variedade está genuinamente acima da média para uma autoflorescente. O teor típico de THC para a genética Critical Mass situa-se entre 15 e 18%, com níveis de CBD reportados entre 3 e 8% dependendo do fenótipo e das condições de cultivo. Essa presença de CBD é digna de nota — é superior à maioria das variedades recreativas e pode contribuir para um perfil canabinóide mais equilibrado.

EspecificaçãoDetalhe
Banco de SementesBig Buddha Seeds
Tipo de SementeFeminizada Autoflorescente
GenéticaCritical Mass x Big Buddha 3.ª Geração Auto
Tipo DominanteIndica (~80% Indica / 20% Sativa)
Semente à Colheita9–12 semanas
Altura Interior80–120 cm
Rendimento Exterior150g+ por planta
Intervalo de THC15–18% (típico da genética Critical Mass)
Intervalo de CBD3–8% (dependente do fenótipo)
Perfil TerpénicoHaxixe, fruta especiada, pimenta (mirceno, cariofileno)
Sementes por Embalagem5 sementes feminizadas
SKUCSBB0015

Como cultivar sementes Critical Mass Autoflower

Este é um cultivo directo — é essa a razão de ser das autoflorescentes. Mas há alguns pormenores que fazem a diferença entre tirar o máximo destas sementes e ficar pelo mínimo.

  1. Germina as sementes. Coloca as sementes num copo com água à temperatura ambiente durante 12 a 24 horas, até afundarem. Depois transfere para papel de cozinha húmido entre dois pratos. As radículas costumam aparecer entre 24 e 72 horas.
  2. Planta directamente no vaso definitivo. As autoflorescentes não gostam de transplantes — o choque radicular pode atrofiar o crescimento e custar-te rendimento. Usa um vaso de 11 a 15 litros desde o início. Vasos de tecido (geotêxtil) funcionam particularmente bem porque podam as raízes pelo ar e evitam que circulem.
  3. Usa um substrato leve e bem drenado. Uma mistura de fibra de coco e perlite (70/30) ou um solo leve com perlite adicionada mantém as raízes oxigenadas. Solo pesado e encharcado é a forma mais rápida de atrasar uma autoflorescente.
  4. Define o horário de luz para 18/6 ou 20/4. Como as autoflorescentes não dependem de alterações no ciclo de luz para florescer, podes manter horas longas de iluminação da semente à colheita. 18 horas ligadas e 6 desligadas é o esquema mais comum — dá à planta um período de descanso sem sacrificar crescimento.
  5. Alimenta com moderação. As autoflorescentes são plantas mais pequenas com um ciclo de vida mais curto — não precisam do regime pesado de nutrientes de uma variedade de fotoperíodo. Começa com metade da dosagem de nutrientes e aumenta apenas se a planta parecer faminta. A sobrealimentação é mais comum do que a subalimentação com autos.
  6. Aplica treino de baixo stress (LST) a partir da semana 2–3. Dobra o caule principal suavemente para o lado e fixa-o com ataduras de planta macias. Isto abre a copa, deixa a luz chegar aos pontos de floração inferiores e pode aumentar visivelmente o rendimento final. Evita topping ou qualquer técnica que remova material vegetal.
  7. Atenção às colas pesadas na floração tardia. A genética Critical Mass produz buds que podem literalmente partir ramos. Apoia ramos pesados com tutores de bambu ou uma rede de suporte a partir da semana 6. Isto é um problema real com esta variedade, não é conversa de marketing — já vimos cultivadores a perder ramos por causa do próprio sucesso.
  8. Colhe quando os tricomas ficarem branco-leitosos. Usa uma lupa de joalheiro ou um microscópio digital para verificar a cor dos tricomas. Maioritariamente leitosos com algumas cabeças âmbar dá-te o carácter indica completo. Tricomas todos transparentes significa que estás a colher cedo demais.

Critical Mass Autoflower comparada com outras autos da Big Buddha

Se estás a olhar para a linha de autoflorescentes da Big Buddha Seeds e a perguntar-te onde encaixa a Critical Mass Autoflower, a resposta curta é: é a opção focada no rendimento. A Cheese Automatic da Big Buddha pende mais para o sabor e aquele funk azedo característico, mas produz menos por planta. A Critical Mass Autoflower não te vai dar a mesma complexidade terpénica da Cheese, mas enche-te os frascos mais depressa. Para quem quer peso e densidade em vez de perfis de sabor exóticos, a Critical Mass é a escolha mais forte.

Comparada com as sementes de fotoperíodo da Critical Mass, a versão autoflorescente troca algum potencial de rendimento por velocidade e simplicidade. Uma Critical Mass de fotoperíodo bem cultivada pode produzir significativamente mais por planta, mas também precisa de mais de 8 semanas de floração além de um período vegetativo separado, mais um ciclo de luz dedicado a 12/12. A autoflorescente leva-te da semente à colheita no mesmo tempo total que a de fotoperíodo passaria apenas a florir.

CaracterísticaCritical Mass AutoflowerCritical Mass Fotoperíodo
Semente à Colheita9–12 semanas no total16–20+ semanas (veg + 8 semanas floração)
Horário de Luz18/6 durante todo o ciclo18/6 vegetação, 12/12 floração
Rendimento Exterior150g+ por planta300g+ por planta
Altura80–120 cm120–180 cm
ComplexidadeBaixa — sem alteração de fotoperíodoModerada — requer gestão de luz
Tolerância ao TreinoApenas LSTTopping, FIM, HST viáveis

Completa o teu setup: Se vais cultivar a Critical Mass Autoflower em interior, combina estas sementes com um vaso de tecido geotêxtil para melhor desenvolvimento radicular e um kit de grow tent completo com ventilação — aqueles buds densos e resinosos vão produzir um aroma forte a partir da semana 6, e um filtro de carvão não é opcional. Para cultivo exterior, uma rede de suporte para plantas vai salvar-te de ramos partidos quando aquelas colas pesadas começarem a pesar.

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Aviso médico. Este conteúdo destina-se apenas a fins informativos e não constitui aconselhamento médico. Consulte um profissional de saúde qualificado antes de utilizar qualquer substância.

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