
DNA Genetics
por DNA Genetics
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Bruised Banana é uma variedade de sementes de cannabis feminizadas da DNA Genetics que cruza Purple Chocolope com Honey Banana. O resultado são plantas carregadas de resina, com um perfil aromático que mistura banana madura com chocolate negro — e um efeito cerebral e energizante que se encaixa bem em tardes produtivas. Com 15–20% de THC, não te vai pregar ao sofá, mas também não te deixa a meio gás. Se és daqueles cultivadores que escolhem genéticas pelo perfil de terpenos em vez de perseguir números de THC, esta merece a tua atenção.
A DNA Genetics construiu a sua reputação à volta de genéticas orientadas para o sabor, e a Bruised Banana é um exemplo claro dessa filosofia. Do lado materno, a Purple Chocolope — descendente directa de linhagens vencedoras da Cannabis Cup — traz notas profundas de chocolate e uma tendência para desenvolver tons roxos quando as temperaturas nocturnas descem. Do lado paterno, a Honey Banana contribui com aquela doçura inconfundível de banana bem madura e uma produção de resina que transforma a manicura numa tarefa pegajosa. A combinação lembra uma sobremesa: banana mergulhada em ganache de chocolate negro com um toque de mel no final.
Se comparares a Bruised Banana com uma variedade de banana mais linear, como a Banana Kush, a diferença está na complexidade. A Banana Kush é doce e directa — agradável, sem dúvida, mas unidimensional. A Bruised Banana acrescenta camadas: o chocolate da Purple Chocolope dá profundidade, e o mel da Honey Banana suaviza a transição entre notas. É a diferença entre um sumo de fruta e um vinho que muda de carácter à medida que respira no copo.
Uma limitação honesta: a janela de floração de 8–10 semanas é mais longa do que a de alguns híbridos rápidos. Se geres ciclos apertados ou tens pouca paciência, tem isso em conta antes de encomendar. A recompensa em sabor e resina justifica a espera — mas convém saberes desde o início que esta não é uma variedade de rotação rápida.
Bruised Banana adapta-se bem tanto a cultivo interior como exterior, com uma dificuldade moderada que se adequa a quem já tem pelo menos um ciclo completo de experiência. Em interior, as plantas ficam entre 90 e 150 cm dependendo do volume do vaso e das técnicas de treino aplicadas — LST e ScrOG funcionam particularmente bem. O stretch é controlável, mas fazer topping cedo ajuda a manter um canopy uniforme, o que é especialmente útil dada a quantidade de resina que as colas acumulam nas últimas semanas de floração.
Em exterior, em climas temperados como o do centro e sul de Portugal, as plantas podem atingir 200 cm, com a colheita a cair em Outubro. Os rendimentos reflectem o espaço e a luz solar extra: 600–900 g/planta no exterior contra 450–500 g/m² em interior. Estes números de interior assumem iluminação decente (mínimo 400W HPS ou LED equivalente) e controlo ambiental adequado. Se poupares na ventilação, vais sentir os terpenos de chocolate e banana a três divisões de distância — agradável para ti, menos agradável para quem vive contigo.
Uma nota da nossa experiência: a produção de resina da Bruised Banana é pesada o suficiente para que a gestão de humidade entre as semanas 6 e 10 se torne absolutamente crítica. Mantém a humidade relativa abaixo dos 50% na fase final da floração. Buds densos e resinosos combinados com humidade alta são a receita para o aparecimento de bolor — e perder uma cola de Bruised Banana para botrytis depois de semanas de espera paciente é genuinamente desolador.
É aqui que a Bruised Banana se destaca de verdade. Ao abrir um bud curado, o primeiro impacto é de banana muito madura — doce, quase fermentada, com uma base quente por baixo. Depois chega o chocolate: não cacau em pó, mas algo mais próximo de ganache de chocolate negro. Há uma terrealidade subtil a segurar tudo, que impede o perfil de se tornar enjoativamente doce.
O perfil terpénico assenta fortemente em mirceno e limoneno, com cariofileno a completar o conjunto — uma combinação que explica tanto a doçura frutada como o ligeiro toque picante na expiração. Se tens interesse em fazer extractos ou comestíveis, estes terpenos traduzem-se lindamente em manteiga ou óleo. O sabor de chocolate e banana mantém-se através da descarboxilação melhor do que a maioria das variedades frutadas, que tendem a perder o carácter quando aquecidas.
Em comparação com algo como a Banana Blaze, a Bruised Banana tem mais complexidade no palato. A Banana Blaze é mais doce e mais linear — agradável, mas previsível. A Bruised Banana sobrepõe sabores de uma forma que te faz voltar para tentar perceber exactamente o que estás a saborear. É o equivalente em cannabis a um vinho que muda à medida que abre.
Com 15–20% de THC, a Bruised Banana ocupa um terreno intermédio confortável — potência suficiente para sentires de forma clara, suavidade suficiente para continuares funcional. O início é rápido e cerebral: uma subida no ânimo e na energia que se instala num estado mental comunicativo e criativo. Isto não é uma variedade que te cola ao sofá. Pensa numa tarde de sábado, não numa sexta à meia-noite.
A qualidade energizante torna-a uma escolha sólida para situações sociais ou projectos criativos em que queres estar ligado em vez de desligado. Depois de algumas sessões, vais reparar que o efeito tende a estabilizar em vez de escalar — chegas onde queres e ficas lá confortavelmente durante um par de horas.
A investigação sobre cannabis ainda está a recuperar terreno, mas tradicionalmente, variedades com este tipo de perfil terpénico e canabinóide energizante têm sido preferidas por utilizadores que procuram opções diurnas. Temos visto muitos clientes a gravitar para a Bruised Banana precisamente porque querem sabor e funcionalidade sem a sedação pesada que índicas com THC mais elevado proporcionam.
Vais cultivar Bruised Banana em interior? Combina com uma rede ScrOG para tirar o máximo dos 450–500 g/m² de potencial — o canopy uniforme garante que cada cola recebe luz adequada, e com uma produção de resina desta magnitude, queres exposição máxima. Um filtro de carvão activado também não é opcional, a menos que queiras que todo o andar cheire a banana split.
| Especificação | Detalhe |
|---|---|
| Banco de Sementes | DNA Genetics |
| Genética | Purple Chocolope x Honey Banana |
| Tipo de Semente | Feminizada |
| Sementes por Embalagem | 10 |
| Teor de THC | 15–20% |
| Altura Interior | 90–150 cm |
| Altura Exterior | Até 200 cm |
| Rendimento Interior | 450–500 g/m² |
| Rendimento Exterior | 600–900 g/planta |
| Tempo de Floração | 8–10 semanas |
| Colheita (Exterior) | Outubro |
| Dificuldade | Moderada |
| SKU | CSDG0077 |
Vendemos sementes de cannabis desde 1999, e a Bruised Banana é daquelas genéticas que nos fazem parar para cheirar o frasco. Escolheríamos esta variedade em vez de qualquer outra «banana strain» se o que procuras é profundidade de sabor e não apenas potência bruta. O chocolate da Purple Chocolope dá-lhe uma dimensão que as variedades de banana simples não conseguem oferecer. Se tens um ciclo de cultivo por ano e queres que valha a pena, esta é uma aposta segura. Só um conselho: não saltes a cura. Duas a três semanas em frascos de vidro fazem toda a diferença — a complexidade terpénica da Bruised Banana melhora genuinamente com o tempo. Apressar este passo é o maior desperdício de boa genética que vemos no nosso balcão.
Banana madura com um fundo de chocolate negro e uma doçura amelada na expiração. A Purple Chocolope contribui com as notas de cacau, enquanto a Honey Banana traz a fruta. Depois de uma cura adequada, aparece também um toque subtil de especiaria terrosa que equilibra a doçura.
Entre 8 e 10 semanas a partir da mudança para 12/12. A maioria dos fenótipos termina mais perto das 9 semanas. Verifica a maturidade dos tricomas em vez de contares dias — tricomas leitosos com algum âmbar dão o melhor rácio entre sabor e efeito.
É moderadamente fácil, não propriamente amiga de principiantes. O principal desafio é a gestão de humidade na fase final da floração, devido aos buds densos e resinosos. Se já tens um ou dois ciclos de experiência e compreendes o controlo ambiental básico, vais safar-te bem. Para o primeiro cultivo, uma variedade mais tolerante pode ser menos stressante.
Em interior: 450–500 g/m² com boa iluminação e técnicas de treino como ScrOG ou LST. Em exterior: 600–900 g/planta, com colheita em Outubro. Estes valores assumem plantas saudáveis com nutrição e luz adequadas — os resultados reais dependem do teu setup e da tua experiência.
A diferença principal é a complexidade. A maioria das variedades de banana entrega uma nota doce única. A Bruised Banana sobrepõe chocolate e mel por baixo do sabor de banana, graças à parentalidade da Purple Chocolope. O THC de 15–20% é também mais moderado do que o de alguns híbridos de banana, o que a torna uma opção diurna mais funcional.
Sim. Com uma janela de colheita em Outubro, é viável na maior parte da Europa ocidental e do norte. As plantas atingem até 200 cm no exterior. O risco principal é a chuva e humidade de Outono durante as últimas semanas de floração — fica atento ao bolor nas colas densas e considera uma cobertura contra chuva se o teu clima for húmido no final de Setembro.
ScrOG e LST são ambas excelentes. Topping no 4.º ou 5.º nó estimula a ramificação lateral que preenche bem uma rede ScrOG. As plantas respondem bem ao treino e o canopy uniforme maximiza a penetração de luz nos buds resinosos das zonas inferiores.
Última actualização: Abril de 2026